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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Congada e Jongo com Marcelo Taynara
terça-feira, 13 de maio de 2008
BATEM OS TAMBORES DO 13 DE MAIO
Movimento congadeiro de Uberaba e a memória da libertação.
No Triângulo Mineiro e por toda essa vizinhança mineira dos estados do sudeste, nordeste e centro-oeste a cultura negra deixou uma base ritmica de alicerces muito profundos. As batidas dos tambores de Congo marcam a alegria de um povo pela simples possibilidade e esperança de libertação.
Os tambores de Uberaba denunciam também que o negro tem hoje, muito pouco o que comemorar. A sociedade local não dá valor ao movimento congadeiro e mesmo assim ele se renova. Jovens e crianças aprendem os cantos, as batidas e os passos do Congo, um indício de que pelos próximos cem anos ainda terá gente comemorando o 13 de maio.
Os tambores de Uberaba denunciam também que o negro tem hoje, muito pouco o que comemorar. A sociedade local não dá valor ao movimento congadeiro e mesmo assim ele se renova. Jovens e crianças aprendem os cantos, as batidas e os passos do Congo, um indício de que pelos próximos cem anos ainda terá gente comemorando o 13 de maio.
O presidente da Câmara de Comércio Brasil-Moçambique, Sinfrônio da Silva Júnior tem uma frase que é uma das preferidas dele -"Hoje é 13 de maio, vamos dançar o Congo.".
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